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Rock, Cinema, Música, Cultura Pop em opiniões inconvenientes formadas por anos e mais anos de intrigante falta de coisa melhor pra fazer e feroz resistência para sair da adolescência.

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Sons captados Segunda-feira, Julho 26, 2004


Só uma pergunta, porque no verão do Rio a prefeitura bota uns palcos com shows de bandas "jovens" de Axé Music, popcore e coisinhas estranhas que se assemelham a Rock mas têm mais ênfase em tatuagens nos antebraços do que na música, ao passo que os novaiorquinos podem ir de graça no Central Park ver isso aqui:



Não é possível que ninguém possa trazer os caras pra cá. Aliás, quem sabe quem é a figura bizarra acima pode tirar uma onda aí nos comentários.




Sons captados Terça-feira, Julho 20, 2004


Rescaldo da última Domino Dancin':

Uma câmera digital quebrada, um óculos com lente partida em três, um celular sumido, uma caixa de CDs extraviada, e toda a tequila e uísque do bar consumidos antes das 4 da manhã. Acho que estas coisas têm total conexão.

Foi divertido demais, apesar da chuvarada (já tradicional da festa) mais de 100 presentes. As meninas do Flocgel, aquelas que sabem muito bem que a mulher perfeita é culta, inteligente, independente, bem-humorada e ainda por cima linda, fazendo sua histórica reunião, e eu com muita honra fazendo serenata com meu violãozinho. A setlist do show acústico foi a seguinte, em qualquer ordem:
  • Nick Drake - Suicide is Painless
  • David Bowie - The man who sold the world
  • beach boys - Wouldn't It Be Nice
  • Duran Duran - Save A Prayer
  • Richard Ashcroft - The Drugs Don't Work
  • The Raveonettes - Remember
  • Ben Harper - Steal my kisses
  • TATU - All the things she said
  • Iggy Pop & Kate Pierson - Candy
  • The Smiths - This Charming Man
  • Avril Lavigne - I'm with you
  • Autoramas - Fale mal de mim
  • Graforreia Xilarmonica - Você Foi Embora
  • Los Hermanos - Ultimo romance
  • Ludov - Princesa
  • Pato Fu - Eu
  • REM - All the Way to Reno
  • Ben Kweller - Family tree
  • Pixies - Hey
Do que a gente ensaiou acabou ficando de fora Placebo, Strokes, White Stripes, Madonna... Maior pena, mas atrasamos o início e meia-noite era hora de abrir a pista ao som Indie da floquete Joaka. Acabamos, sem combinar, emendando Hey com a versão de Where is my mind do Nada Surf. Coisa linda. Quero mais. Músico pra velórios, batismos, primeira comunhão e despedidas de solteiro, contato aqui mesmo neste blog.

Tão ou mais divertido foi tascar meu set de velharias nas carrapetas e ver o pessoal se acabar de dançar. Eis o set:
  • Cindy Lauper - Girls just wanna have fun
  • Madonna - Material girl
  • Duran Duran - Hungry like the wolf
  • Flock of seagulls - And I Ran
  • New Order - Bizarre love triangle - extended remix
  • Depeche Mode - Just can't get enough
  • Bronski Beat - Hit that perfect beat
  • B-52's - Legal Tender
  • Pretenders - Middle of the road
  • Billy Idol - Dancing with myself - remix
  • Go-go's - Head over heels
  • Ramones - The return of Jackie and Judy
  • Oingo Boingo - Not my slave
  • David Bowie - Modern love
  • The Jam - Town called malice
  • The Smiths - Panic
Isso mesmo, várias músicas mulherzinha, vários hits que chegam a ser covardia, mas enfim. Não ganhei prêmio de originalidade, mas como bem disse o Lu, "Ninguém quer saber o que você ouve em casa, a gente veio aqui pra dançar." E dançaram. Yeah.




Sons captados Sexta-feira, Julho 16, 2004


Festa amanhã! E eu de atração! Mais uma Domino Dancin', continuando minha acidental carreira de empresário da noite. Já preparei meu tradicional set de New Wave, que rola lá pelas 2:30 da madruga, depois das digníssimas DJs Joaka (Indie e Rock) e Karla Lopez (Pop). Depois entrego para a DJ Juinha, fechando com muito Disco. Ótimas companhias.

O mais legal é que antes da pista abrir, a partir de 22:00, estarei com o André, guitarrista dos Hereges, fazendo uns covers a duas vozes e dois violões White Stripes, Strokes, Raveonettes, Nick Drake, Ben Kweller e coisas inusitadas em geral. De quebra, quem chegar cedo pra ver o set acústico paga o ingresso mais barato, somente 8 pilas. Chega a ser ridículo de barato pra ouvir boa música, se acabar de dançar e ver um monte de gente bacana de peruca.

O mote desta vez é o aniversário de 2 anos do Flocgel, blog escrito por meninas que vão se encontrar pela primeira vez ao vivo, já que várias não são do Rio. Promessa de público feminino nerd e bem informado, para o delírio dos blogueiros solteiros.

Olhaí o flyer, e nos vemos lá:





Sons captados Quinta-feira, Julho 15, 2004


Esse negócio de dizer que a publicidade brasileira é uma das melhores do mundo, prêmios em Cannes e sei lá mais o quê acabou tendo reflexos um tanto nefastos na propaganda nossa de cada dia. Já foi bem divertido assistir anúncios, e hoje... Bem, 3 exemplos de como minha vida tem sido fortemente impactada pela infelicidade publicitária:
  • Normalmente vou para o trabalho de carona, e todos os dias passo na frente do mesmo outdoor de shampoo: Uma menina com um cabelão alisadão por cima do ombro de um figura que é a cara do Jairzinho, com dreads e uma expressão deveras bizarra, os olhos fixos em algum ponto no vazio e a boca toda torta, aberta, parecendo que ele deslocou o maxilar. Pelo jeito era pra aparentar espanto com o cabelo da moça, mas me recuso a acreditar numa idéia tão tosca. Pra completar, o comédia está sem camisa e com um adereço na testa que no princípio achei que fossem óculos de aviador, uma coisa meio Carlinhos Brown, depois de algumas semanas me toquei que eram óculos de natação. Ok, continuou sem fazer nenhum sentido. Aliás, vamos manter a humildade, digamos somente que continuei não me identificando com a idéia.


  • Eu estou sem carro há um tempo, e com isso passei a ir pra todo canto de ônibus. Uma madrugada estava eu no ponto quando percebi uma luz muito forte atrás de mim. Me virei e uma criatura de um horror indizível, uma imitação grotesca e inumana de uma pessoa, com um sorriso vermelho maligno e olhos faiscantes me encarava ameaçadora, mostrando um dos dedos em um sinal enigmático. Atrás dela, vinha outra criatura, que era a Ana Paula Arósio. Bem mais amistosa, apesar do penteado esdrúxulo. Tratava-se do anúncio luminoso da operadora telefônica, onde tiveram a idéia fofinha de tascar um mini-me da Ana Paula. Só que de tanto Photoshop na coitada da criança, a foto, ainda mais quase em tamanho natural, ficou muito assustadora mesmo. Pior que praticamente ponto de ônibus sim, ponto não, tinha uma dessas. Toda noite eu ficava bem longe do anúncio, tentando tirar da cabeça cenas de um possível Ringu tupiniquim com o clone anão bizarro saindo do anúncio pra fazer coisas indizíveis com um pobre nerd músico amador.

    Agora finalmente trocaram os anúncios, o hype passou a ser o novo trabalho da Ana Carolina, com uma foto enorme dela... Vou resistir à piada senão vão acabar dizendo que sou preconceituoso, ainda mais depois de pegar no pé da Partimpim.


  • Também quase não assisto mais TV, mas sempre há tempo pra ver um pouco de futebol. Aí me deparo com a nova propaganda da tal cerveja. Não importa qual, pois acho que todas têm os mesmo anúncios irritantes, mas TODOS os limites foram ultrapassados pelo locutor mandando "A cerveja oficial do nã-nã-nã-nã", caprichando no cantadinho que o tornou um total babaca na frente de milhões de lares. Tomara que o camarada tenha ganho muita grana pra fazer isso. Intrigado com a pérola e sem ter o que fazer, fui buscar mais informações na web:

    "Só mesmo uma marca tão rica e com uma consolidada história da publicidade brasileira poderia olhar seu próprio acervo e buscar um elemento conhecido e transformá-lo em um mote para uma nova campanha", afirma Lígia Greche Gonçalves, gerente de marketing da B@#%&.

    Hã? Vamos ver se entendi: Ao invés de bolar alguma idéia realmente boa, a agência de publicidade pega um anúncio daquela porcaria de tartaruga de computação gráfica e refilma do jeito mais barato, com uns garotões paulistas na praia fazendo a mesma coisa besta, e ao invés da gerente de marketing ser demitida por aceitar pagar duas vezes uma conta milionária pela mesma propaganda, vai dar entrevistas orgulhosas. Numa coisa ela tem razão, só mesmo uma marca tão rica pode se dar ao luxo de tacar dinheiro no lixo desta forma. E ainda ter como gerente de marketing alguém com o sobrenome (piripiripiri) Greche.
Ok, fim do intervalo, de volta à programação normal.




Sons captados Terça-feira, Julho 13, 2004


A novela acabou mas a gozação continua. Eu normalmente passo num café aqui no Centro pra tomar um expresso com as tortas deliciosas que eles têm. Umas mocinhas sorridentes atendem e já me conhecem. Um dia desses uma delas juntou coragem e finalmente perguntou: Você não é aquele ator...? Uma coleguinha de trabalho que estava comigo não perdeu a chance e mostrou um hematoma que ela tinha no braço: "É sim, olha aqui!" - Olhei em volta e os outros clientes estavam todos rindo de ladinho, fingindo que não estavam prestando atenção.

Semana passada o pessoal do grandprix também entrou numas de dizer que eu era a cara do tal camarada. Risadas gerais, e de quebra uma nova comparação, com o Cuca, técnico do São Paulo. O cara jogou muita bola, mas não é exatamente alguém que eu gostaria de acreditar que se parece comigo.

E agora vejam só que encontro no fotolog da juia, dileta ouvinte deste blog e a quem considero uma irmã perdida:



Definitivamente estão se aproveitando da minha nobreza. O consolo é que pelo jeito estou espalhando muita alegria ao povo brasileiro.




Sons captados Segunda-feira, Julho 12, 2004


Rock Horror Reality Show - A volta

Então estou escrevendo pouco, mas segue a novela que o ouvinte já se acostumou a acompanhar e se emocionar. Foram 3 shows em uma semana, e um tumulto proporcional à quantidade de horas musicais. Não conseguimos realmente ensaiar os sets, então o esquema foi levar tudo, montar, subir no palco e ir decidindo as músicas na hora. Só 30 ou 40 minutos de show deixa muita coisa de fora, mas dá pra organizar uma coisa interessante. No primeiro show, abrindo pro Arkham, o público era de garotões cabeludos vestidos de preto. O nosso som, nada pesado, fez os caras bocejarem, fazerem piadinhas, só faltou a tradicional latinha voando na minha testa. Então foi o show em que mais me diverti. Taquei pôsteres da banda pros caras, gritei "Metáu!" no microfone, e puxei o corinho de "Queimem os Hereges" mesmo sabendo que ninguém ia gritar comigo. Foi isso mesmo, e fiquei pulando e gritando sozinho até encher. Bem tosco e legal. No final da noite um camarada chegou no André do Arkham convidando-os para um evento na Região dos Lagos "financiado por um candidato. O pessoal vai lá no show de Rock, vê o nome do cara e acha que ele é legal". Fiquei realmente sem saber se não ter sido convidado pra isso foi bom ou ruim.

Depois o Espaço Constituição, saindo direto do trabalho, cansadaço da semana. O teatro de lá é muito pequeno, o Leo espancou a bateria com gosto e não tive como competir. Pouco volume de voz, ninguém ouviu uma palavra de minhas magistrais letras. Assim que é legal, aí todo mundo pode continuar acreditando que sei compor. Na saída, a chave do carro do cara dos Paralelos que ia levar a bateria quebrou, acabei deixando o Leo lá pra pegar meu ônibus. Na outra terça de volta à Cobal, tocando com os ótimos Besouro Zorah e grandprix. Gostei mais do show deles do que do nosso.

A banda estava nitidamente de bode. O Flávio acaba de fazer seu último show conosco, por ter outras prioridades na vida e não estar curtindo o som. Aí sentamos pra conversar e descobrimos que ninguém da banda está curtindo o som. Muitas das músicas que escrevi pertenciam a um outro momento de vida, e estão em um tom de lamento que já não têm muito a ver com o que quero expressar. Talvez mais guitarras e menos exageros estilísticos deixassem a banda com uma cara mais bem desenhada. Ouço Strokes, Libertines, tantas outras coisas tão bacanas e justo a banda com quem canto e componho faz um som que dificilmente eu ouviria em casa. Um dilema difícil de resolver, são várias cabeças e o consenso é bem complicado. Ainda mais quando todo mundo estuda música e tem muita informação musical.

Agora, o desabafo aqui é por conta da importância que esse treco tem na minha vida. Passo no trabalho de segunda a sexta fazendo o que posso pra não me desesperar e lembrar que é lá que descolo o dinheiro pra pagar as contas e as despesas dos Hereges. Às vezes parece que se a banda não decolar minha última esperança de ser feliz vai se esfacelar, e não terei mais grande coisa que almejar na vida. Sabem um teste legal? Escolham alguém que ganha muito melhor que você dentro da sua carreira, com um cargo executivo. Pensem se daqui a um ou dois anos vocês queriam o salário dele, com a condição de ser como ele. Não? Grandes chances de estar na carreira errada. Porque estes cargos, agora eu sei, exigem uma dedicação que vai te transformar. Seu vocabulário e postura passar a ser cada vez mais importantes para ter mais poder de convencimento. E sem um envolvimento que te acompanhe durante o tempo livre não há como tomar as decisões importantes com a rapidez necessária no dia-a-dia. E aí você vai mudando. O que você faz acaba paulatinamente virando o que você é. Eu olho um grande executivo e um músico, e tenho pena do executivo e inveja do músico. Aí sigo cantando, escrevendo música, escutando esse troço irrequieto na minha alma que me faz ter uma vontade quase maníaca de expor meu interior. A única linguagem que capta a alma é a arte, então tome estudo de música, canto, composição, tudo o que precisar para me aperfeiçoar nisso.

E para quê mesmo? Quais as chances de um músico ou banda fazerem algum sucesso? Ridículas. Tá cheio de gente muito talentosa mendigando por aí. Duro acreditar que um nerd que estudou engenharia de computação, pós em marketing nos States, vai conseguir chegar onde um monte de caras que respiraram música a vida toda não conseguem. O que resta? Pelo menos se divertir, e divertir o público. De qualquer forma a alternativa parece ser acreditar que estou fadado ao mesmo destino empolado dos chefes que tive. E isso seria a morte. Sigo cantando.




Sons captados Terça-feira, Julho 06, 2004


Notícias palpitantes que me fazem palpitar

As bandas de nossas praias estão se especializando no estilo "barraco em aeroporto". Depois da confusão entre o Art Popular e uma banda que não citarei o nome no momento, temos agora a briga envolvendo os garotos-propaganda Charlie Brown Jr. e os queridinhos Los Hermanos. Pelo que decifrei das notícias e notas da assessoria de imprensa, consta que o Chorão foi tirar satisfações por conta de uma entrevista do Marcelo Camelo criticando a aparição deles num comercial da Coca-Cola. Acabou dando uma cabeçada e um soco no nariz do barbudo, e o Amarante saiu em defesa, primeiro revidando o soco no Chorão, e depois fugindo antes que a briga se generalizasse.

Muito se está falando sobre o ocorrido, mas antes de mais nada, transcrevo abaixo o exato conteúdo escrito que gerou a confusão, retirado da Revista Oi deste mês:

"Esse negócio de fazer comercial para a Coca-Cola é um desdobramento da indústria. A gente rejeita este negócio de vender atitude", diz Camelo...
..."A gente só faz o que se sente confortável em fazer. Todo mundo deveria ser assim. O que temos para dizer são as impressões do mundo expressas nas nossas músicas. Não estamos dispostos a emprestar nosso prestígio para nada"...
..."Não estamos aqui para julgar nem falar mal de ninguém. Cada um faz o que quiser com a sua carreira. Tem muita coisa legal para perdermos tempo com o que não é"


Tudo bem que acho o Chorão um total equívoco ambulante, mas não acho que os Hermanos tenham sido assim tão ofensivos. Os caras têm direito à opinião deles a respeito do papel e direcionamento de uma banda. E ainda podem falar de cátedra, pois têm um histórico de peitar a gravadora, gravar álbums totalmente diferentes do primeiro que os catapultou ao sucesso, e ainda assim arrebanhar cada vez mais fanáticos. Já os caras do estilo gravam rigorosamente a mesma música, em trocentos álbums feitos a toque de caixa, pra aproveitar o sucesso artificial inflado pela máquina de propaganda que põe a música deles em novela, rádios e onde mais puder, inclusive em trilha sonora de anúncio de produtos ricos em açúcar.

A agressão só significa que eles vestem a carapuça, sentindo-se incapazes de responder com atitude coerente, recorrem ao único recurso de tentar calar a boca de quem pensa diferente na marra. Exatamente como se faz em uma ditadura, onde o menos capaz e esclarecido usa a truculência para tentar fazer sua vontade virar a suprema verdade. Coitado do Chorão. Cheio de grana, CDs de sucesso, shows lotados, e basta alguém não achar ele o máximo pra que ele demonstre o quão infeliz ele na verdade é. Agora, por mais que eu concorde totalmente com a entrevista, acho que falar isso em público é vacilo. Hermanos, deixem o papel de guardião da cultura e arte para quem realmente pode exercer isto: Nós, os blogueiros, com opinião complemente isenta de interesses, já que somos uns losers mesmo.

Outra notícia foi com o líder da banda que não ouso dizer o nome. O cara sofre um acidente durante uma cirurgia e está mal pacas. Preocupação geral. Aí a gente vai ver que o rapaz estava fazendo lipoaspiração. Triste época onde o piercing, a tatuagem, o cabelo, e até o percentual de gordura conta muito mais que a música. O rapaz tentou viver dentro desta cretina realidade, jogando com estas regras, e acabou entrando nessa furada. Tomara que ele se recupere logo. Até porque eu NÃO AGUENTO MAIS as notícias começando com "O cantor da banda de ROCK LS Jack"...

Este post está contendo o riso em respeito às famílias envolvidas, principalmente à esposa do rapaz, que depois de ter aquela musiquinha "Carla" dedicada à ela não merece mais desgraça nesta vida.

Mas se eu fosse o Chorão me manteria muito longe de mesas de cirurgia, só por superstição. Tô achando que iniciar barraco em aeroporto dá azar.






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